De acordo com o Kwai, a mensagem para 2026 é clara: “o vídeo curto não é mais um extra no plano de mídia, mas o núcleo de onde derivam as vendas e a autoridade de marca”.
1. A Era das Mininovelas: O Fim da “Interrupção” Comercial
O formato que começou como um experimento de entretenimento vertical tornou-se a ferramenta de marketing mais poderosa de 2026. O projeto TeleKwai, que já acumula mais de 100 bilhões de visualizações, provou que o público prefere consumir marcas dentro de uma história do que em anúncios tradicionais. “Não estamos falando apenas de um novo formato, mas de uma mudança na lógica da comunicação digital, que passa a ser construída em capítulos, e não em interrupções”, afirma Heloisa Goldman, head de agências do Kwai.
2. Avatares de IA: O Novo Rosto do Live Commerce
Se 2025 foi o ano dos testes, 2026 é o ano da execução em escala. A inteligência artificial agora assume o protagonismo nas transmissões de venda com a consolidação de avatares digitais. Esses criadores virtuais permitem que marcas mantenham transmissões ao vivo de forma contínua (24/7), respondendo dúvidas e conduzindo a jornada de compra com personalização total. No Kwai, essa tecnologia se funde ao live commerce, tornando a experiência de compra tão fluida quanto assistir a um criador humano.
3. Social Commerce: Da Transação à Experiência
O botão de “comprar” está mudando de lugar. Em vez de anúncios isolados, o Kwai Shop agora integra a transação dentro da própria história. O amadurecimento do setor mostra que o usuário tem maior propensão à conversão quando o produto faz parte do contexto narrativo de uma série ou live. “Narrativas seriadas criam vínculo emocional e aumentam a propensão à conversão, porque o produto passa a fazer parte da história”, explica Goldman.
4. O Filtro da Autenticidade
Ironicamente, em um mundo cada vez mais povoado por IAs e avatares, o ativo mais valioso de 2026 continua sendo a verdade. O levantamento do Kwai aponta que conteúdos que mostram bastidores, emoções reais e histórias humanas mantêm os maiores índices de confiança e proximidade. O diferencial competitivo deste ano não será apenas quem tem a melhor tecnologia, mas quem consegue usar esses recursos digitais para amplificar narrativas humanas e autênticas.
